terça-feira, 7 de julho de 2015

RECADINHO AOS GOLPISTAS - POR FABRÍCIO


Gostaria de deixar um recadinho aqueles que estão pensando em um golpe na Dilma para chegar ao poder. Podemos ter várias discordâncias em relação as atitudes e ações que Dilma está tomando, ações essa que nos enquanto militantes progressistas de esquerda não concordamos e acabamos por ser os mais prejudicados e desgastados nesse processo. Mais sabemos que existem formas Democráticas de fazer frente a essas ações e disputar na Política mostrando a nossa líder que esse não é o caminho! #Democracia realidade que ainda estamos a construir a passos curtos, muitos se foram, deram suas vidas para que essa luta fosse conquistada e avançada... e por esses e muitos outros não permitiremos retrocessos a DEMOCRACIA SERÁ MANTIDA - MESMO QUE TAMBÉM TENHAMOS QUE COLOCAR NOSSA VIDA EM JOGO!

POR FABRÍCIO RODRIGUES

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Redução da maioridade penal: perfil da juventude no Brasil

Nota Técnica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançada na terça-feira (16/6) chama atenção para alguns aspectos da desigualdade social e de renda que cercam a vida de milhares de jovens adolescentes brasileiros, a fim de qualificar a discussão sobre a maioridade penal no Brasil.
Segundo o estudo, os adolescentes (12 a 18 anos incompletos) totalizavam, em 2013, 21,1 milhões (11% da população brasileira). Informações sobre sexo, raça/cor e escolaridade encontram-se na tabela abaixo, que mostra também que há ainda uma grande defasagem entre a idade e escolaridade entre os jovens.

Os dados da Pnad 2013 revelam que, naquele ano, dos 10,6 milhões de jovens de 15 a 17 anos, mais de 1 milhão não estudava e nem trabalhava; 584,2 mil só trabalhavam e não estudavam. Para esses jovens, o perfil de exclusão se repete: são do sexo masculino, negros e pobres (entre os jovens de 15 a 17 anos que trabalham, aproximadamente 99% pertencem às famílias 20% mais pobres do país). As taxas de informalidade são muito altas entre esse grupo etário, bem como é alta a porcentagem de jovens ocupados com rendimento de menos de um salário mínimo.
O estudo remete à importância da violência cometida e sofrida pelos jovens no quadro da vulnerabilidade social que sua situação socioeconômica potencializa, considerando os problemas do sistema prisional e do sistema socioeducativo (também racialmente seletivos). Para os autores, uma das questões mais urgentes é a aplicação correta dos princípios do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase) no tocante à execução das medidas socioeducativas.
Para ler mais:
O Adolescente em Conflito com a Lei e o Debate sobre a Redução da Maioridade Penal esclarecimentos necessários
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Boletim de política social 176 - OIT: Dia mundial contra o trabalho infantil 
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Fonte ...http://novo.fpabramo.org.br/

quinta-feira, 28 de maio de 2015

ARTICULAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS EM DEFESA DOS DIREITOS DA JUVENTUDE

No dia 27, foi realizado uma coletiva de imprensa da Frente Municipal Contra a Redução da Maioridade Penal, com o objetivo de divulgar as várias ações que serão realizada na cidade de Guarulhos.

Falaram em nome da Frente, Lucia – Coordenadora do Projeto Meninas e Meninos de Rua, Janaina – Presidente do Conselho Municipal da Juventude, Anastácia – Presidente do Conselho Municipal da Criança e Adolescente - CMDCA, Karen – Representante do Coletivo de Mulheres e Movimento Negro e Elenice – Conselheira Tutelar dos Pimentas.

Colocaram a dificuldade de se comunicar com a sociedade e a falta deste tema relatando o lado dos movimentos sócias, pois não temos um canal que ajude a esclarecer a população sobre o mesmo, foi apresentado uma Carta de adesão a Frente Municipal Contra a Redução da Maioridade Penal-Guarulhos.

Carta de adesão a Frente Municipal Contra 
a Redução da Maioridade Penal-Guarulhos

A Frente Municipal Guarulhos, surgiu a partir de discussões de diversos grupos, coletivos, instituições, associações, militantes de Direitos Humanos e do Sistema de Garantia de Direitos de diversas áreas, inicialmente usando as redes sociais como meio de articular. Por meio dessas ferramentas de comunicação, objetivamos somar forças para lutar contra a redução da maioridade penal.
Somos uma Frente Municipal Contra a Redução da Maioridade Penal-Guarulhos, permanente que visa contribuir com discussões, mobilizações, articulação e fortalecimento da frente, comitês e fóruns municipal e regionais contra a redução da maioridade penal, sugerindo, inclusive, a criação desses comitês onde ainda não existam, a fim de realizar ações que visam impedir a aprovação da PEC 171/93.

Para que possamos intervir junto à opinião pública e aos parlamentares, propomos articulações com o legislativo municipal (Câmara dos Vereadores) e estadual (Assembleia Legislativa), sindicatos, partidos políticos, organizações religiosas, faculdades, universidades, sociedade de amigos de bairros, ONGs e movimentos sociais, no sentido de promover debates, seminários e audiências públicas contra a redução da maioridade penal.
A Frente Municipal adotou um calendário com datas estratégicas para as Mobilizações Contra a Redução da Maioridade Penal. A ideia consiste em mobilizar os agrupamentos que são contrários à redução a organizarem simultaneamente atividades como panfletagens, passeatas, aula pública, intervenções artísticas, palestras, audiências públicas, seminários, entre outras. As ações acontecerão em suas respectivas comunidades, municípios, cidades, regiões e Estados, com objetivo de esclarecer a população sobre os danos causados por tal medida aos adolescentes e à sociedade.

Frente Municipal Contra 
a Redução da Maioridade Penal-Guarulhos

Calendário
Frente Municipal Contra Redução da Maioridade Penal.
19/05 - Reunião da Rede Social as 14h na OAB Guarulhos - Núbia

22/05 - Reunião da Frente Municipal Guarulhos. Local Projeto MMR. As 09h30 Projeto Meninos de Meninas de Ruas- Rua. Benedito Rodrigues de Freitas, n°84-JD Santa Francisca - Centro de Guarulhos.

23/05 – Debate sobre “Juventude e Segurança Pública. Organizações Juventude do PT. Local. Rua Herry Simonsen, 144. As 17h30.

27/05 - Coletiva de empresa -

30/05 - Encontro Cultural - Dom Pedro Centro as 14h00 – Organização André-(Dell) SambaRockano.

10/06 - Audiência Pública na Câmara Municipal de Guarulhos. As 18h30. – Organização Frente Municipal Contra Redução da Maioridade Penal.
R. João Gonçalves, 604 - Centro, Guarulhos

15/06 - Conferência Lúdica da Criança e Adolescentes.
16 e 17/06 - Conferência de Direitos da Criança e Adolescentes.
Av. Monteiro Lobato, 734. Macedo - Guarulhos – SP


Por. Valterson Mengalli

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Ideologia de gênero, Amor, Habitação. O que as mulheres de Guarulhos tem a ver com isso?

Toda as tragédias do mundo moderno em última instância foram criadas pelos homens. Sendo assim não havia razão que oss impedisse de transforma-las. 
Daisaku Ikeda

Defensoras e defensores de um país justo, democrática e com igualdade entre homens e mulheres viram um cenário bastante agitado nesses últimos dez dias. Verificamos o calendário oficial da cidade de Guarulhos iniciar a última quinta-feira, dia 20 de maio com um Seminário sobre Sexualidade e Diversidade na Escola lá no Adamastor e finalizar esta mesma quinta-feira com uma Audiência Pública pra lá de polêmica na Câmara Municipal de Guarulhos, no domingo participei de uma reunião de luta dos moradores do Vale dos Machados, com um apelo forte das mulheres que não arredam pé do seu direito à uma moradia digna.
Foi nessa Audiência Pública que ouvi o conceito da tal Ideologia de Gênero que deixo pra cada leitora e leitor daqui achar nome mais adequado para algo tão em consonância com a onda conservadora que estamos vivendo. Pois os grupos organizados para essa audiência diziam que os movimentos que lutam por uma discussão inclusiva das relações de gênero nas escolas, com inclusão dessa temática no currículo escolar e recursos para formação de professores para tal acaba com a família e com a “natureza do amor”.
De qual família estamos falando? Qual dificuldade em reconhecer que a família brasileira não necessariamente é aquela da propaganda de margarina? Qual o problema em ensinar meninas e meninos que eles estão livres para brincar com o brinquedo que desejarem porque não é isso que vai definir sua orientação sexual? Qual a dificuldade em mostrar para as crianças que a homossexualidade não dá o direito à sociedade de discriminar nenhum indivíduo?
Sonho com uma escola que não obrigue as crianças à cumprirem papéis socialmente definidos para homens e mulheres. Isso mesmo! Não acredito em dons das mulheres para serviços domésticos! Não acredito que seja saudável para uma sociedade igualitária ensinar as crianças que mulher deve cuidar da casa e da família e os homens devem garantir o sustento dessa família, pois ao olhar para a realidade, vemos que os homens provedores são uma minúscula minoria na sociedade.

É essa mesma educação, que enquanto educa as meninas para a vida privada, afirma aos meninos que a esfera pública é um ambiente exclusivamente masculino e é essa base educacional que fundamenta o argumento para as mulheres permanecerem com salários mais baixos nas mesmas funções (afinal, segundo esse pensamento, ela não é provedora), continuamos fingindo que as mulheres não tem dupla jornada (pois mesmo trabalhando fora, são exclusivamente responsáveis pelo cuidado dos filhos e das tarefas domésticas), e vemos gays e lésbicas serem considerados aberrações e sob esse argumento serem vítimas das mais variadas violências.
Fui acusada de ser seguidora dessa tal “Ideologia de Gênero” e compreendi que eu não podia estar de lado diferente, porque defender uma ordem diferente dessa que perpetua toda essa violência e desigualdade. Isso  me faz ter a certeza de que estou do lado certo e não me faz ser uma pessoa que desrespeita o amor, nem tampouco as religiões.
Sou uma defensora convicta da liberdade de crença e prática religiosa, acredito de verdade que a religião é importante para a vida das pessoas, e a educação religiosa, essa sim deve ser dada pela família, cada liderança religiosa deve exercer sua liderança baseada no amor e nos argumentos que convençam e orientem seus fiéis a seguir. Vi muitos religiosos responsáveis e condizentes com o amor que pregam na audiência, assim como vi pessoas defendendo um amor incoerente com sua própria fala ao incitar a GCM à retirar aos tapas militantes feministas e LGBTT da Câmara, ao ver piadinhas e desrespeito quando uma lésbica foi dizer publicamente o seu sofrimento por sofrer preconceito.
Amor não se prega com ódio! Amor se prega com compreensão e com respeito ao livre arbítrio das pessoas! É isso que me faz uma feminista convicta! Uma defensora da causa LGBT! Mesmo sabendo o quanto serei julgada por esse texto.
Porque eu vi na Plenária de Luta pela área do Vale dos Machados (e olha que há quem diga que habitação nada tem a ver com mulheres, seguindo a linha de que essa é uma preocupação do provedor) mulheres preocupadas porque seus maridos heterossexuais, muitos, defensores da família propaganda de margarina, abandonaram filhos e suas esposas por aventuras ou simplesmente por falta de compromisso mesmo, ficando com a documentação de suas casas nas mãos e negando o unico comprovante de que aquele terreno foi comprado e não "invadido". Vi o quanto ao falar especificamente de mulheres, muitas lutadoras do dia-a-dia buscam auxílio para seguir adiante com a sua família, sem deixar de amar mesmo em meio às dificuldades.

O que me deixa feliz é saber que muitas militantes e muitos militantes não abandonam luta justiça! Não há outro caminho senão essa própria sociedade que criou tamanhas discriminações se levantar para promover a igualdade, como diz o filósofo Daisaku Ikeda.  A inclusão das relações de gênero no currículo escolar é um caminho, especialmente daqueles que acreditam em um amor que não é imposto! Pois acreditamos no amor verdadeiro que simplesmente saem dos corações! Onde o único critério existente é ser coração de um ser humano. 


Autora, Érika Gomes de Oliveira

quinta-feira, 21 de maio de 2015

NACIONALISMO VERSUS ENTREGUISMO


Os atores, com o suporte externo, fomentam e encorajam a aguda luta de classe no Brasil, intensificada desde que um líder sindical, LULA, foi eleito presidente da republica.

As manifestações que pedem impeachment da presidenta Dilma Rousseff estão longe de serem espontâneas. A ação não se trata só de uma questão ideológica, mas de um governo que não se submete às diretrizes de Washington. Órgãos Norte Americanos como CIA, NSA, (agencia nacional de segurança) e ONG’s a eles vinculadas estão agindo na tentativa de desestabilizar Governos progressistas da América- Latina.

Os governos do PT contrariam Washington, com a criação do Banco do BRICS, uma alternativa ao FMI e ao banco mundial, e o regime de partilha para o pré-sal, que conferiu papel estratégico à Petrobras, deslocando as petroleiras estrangeiras.

A estratégia é aproveitar as contradições doméstica do país, os problemas internos, afim de agravá-los, gerar turbulência e caos até derrubar o governo sem recorrer a golpe militar.

No momento não se trata só de uma questão ideológica, mas de governos que não se submetem às diretrizes de Washington. Uma potência mundial, como EUA, é mais perigosa quando começa a perder a hegemonia do que quando expandia seu império. E o monopólio que adquiriu após a II guerra mundial de produzir a moeda internacional de reserva o Dólar esta sendo desafiado pela China, Rússia e também o Brasil, que está associado a esses países na criação do banco internacional de desenvolvimento, como alternativa para o FMI, banco mundial etc.

De outro lado, a Presidenta Dilma denunciou na ONU a espionagem da NSA, não comprou os aviões caça dos EUA, mas da Suécia, não entregou o pré-sal às petrolíferas americanas e não se alinhou com os Estados Unidos em outras questões de política internacional, entre as quais a dos países da América Latina. Esta claro que, por trás da operação lava jato, o objetivo é desmoralizar a Petrobras e as estatais, de modo a criar as condições para Privatizações. Na Ucrânia o golpe foi preparado desde 2012, especialista, profissionais em guerra de informações e descrédito das instituições do Estado, usaram as mídias escrita, sites, tv e falada, manipularam a opinião pública e organizaram os protestos e derrubaram o presidente Victor Yanukovych.

Essa estratégia baseia-se nas doutrinas do professor Gene Sarp e de politic defiance, operada pela inteligência, Agency(DIA), para descrever como derrubar um governo e conquistar o controle das instituições, mediante o planejamento das operações e mobilizações popular no ataque às fontes de poder nos países hostis aos interesses e valores dos Estados Unidos.

OS entreguistas, já iniciaram as manobras da oposição neoliberal e conservadora alinhada aos EUA, encabeçada pelo psdb de FHC, Aécio, Serra etc. Com o indeclinável apoio da mídia monopolista privada, continuam no centro da conjuntura política nacional. As palavras de ordem do comando oposicionista são encurralar a presidenta Dilma, Gerar instabilidade política, semear clima de ingovernabilidade, criminalizar o partido dos trabalhadores e as organizações do movimento sindical, estudantil e popular. O roteiro prevê o impeachment ou qualquer outra forma de afastamento da mandatária do poder.

Para isso tentam construir o terreno necessário para o golpe. O uso político da operação lava jato e turvar ainda mais o ambiente político. Agrega-se a isso uma campanha sistemática pelo desmonte e a privatização da Petrobras. Sabemos que são três fatores que possibilitam o impechment: Crise econômica, corrupção e falta de apoio no congresso.

Compõe o quadro, o atropelo na tramitação da reforma política, ignorando a discussão acumulada na sociedade e o clamor nacional para que essa reforma democratize de fato a vida política, o que só será possível se for tomado como ponto de partida a eliminação da influência do poder econômico nas eleições. Porem as medidas que estão sendo tomadas na câmara, mantêm intocado o financiamento empresarial das campanhas eleitorais e introduzem mudanças condenáveis do ponto de vista democrático. Ex: A cláusula de barreira, a proibição de coligações proporcionais e o chamado distritão, desprezando as listas partidárias.  

Não é possível defender o Brasil, soberania e a justiça social para milhões de brasileiras e brasileiros sem fortalecer e consolidar a democracia.
    
O PT E A CONJUNTURA

Os movimentos dos partidos, já se preparam para as eleições municipais de 2016.

Este será um ano de uma pauta política e social bastante agitada e complexa. As entidades dos trabalhadores em conjunto com os partidos de esquerda, vão se mobilizar para garantir os direitos conquistados pela classe trabalhadora nos últimos anos e, neste momento, ao mesmo tempo o PT terá um papel atuante e pro positivo e terá que dar apoio ao governo da presidenta Dilma.  

O PT que nasceu do meio da classe social dos pobres, operários, comunidades, não pode sair dos trilhos da esquerda. Um governo seja ele qual for, eleito pelo partido dos trabalhadores e por outros partidos, de esquerda, não pode em hipótese alguma, jogar o peso da crise econômica criada sobre tudo por ganância de especuladores financeiros nas costas do povo pobre e trabalhador.

A reeleição da presidenta Dilma se deve à participação da mobilização efetiva dos jovens ou não jovens de vários setores, mas de esquerda e progressista, que mesmo não fazendo parte do PT, foram para as ruas defender um projeto de inclusão social que já estava em andamento com sucesso reconhecidamente a nível internacional nos últimos 12 anos.



Doa a quem doer, o PT precisa assegurar para esta camada da população que seus esforços não foram em vão. É preciso mostrar para o povo, que não haverá desvio, e que o partido e o Governo se manterão nos trilhos a qualquer custo, comprometido com os direitos sociais e orientado pela ideologia de esquerda.

Aos petistas, há um norte claro a nos guiar, o projeto que mudou a cara do país e produziu a maior mobilidade social vivida neste país. Crescer com distribuição, cuidar dos excluídos, combater a desigualdade é nosso objetivo e destino. Mantenhamos o orgulho dessa conquistas e sigamos nesse caminho. Pois falta muito para realizar o sonho que nos mobilizou na juventude.


Pesquisa: Carta maior, Muniz bandeira.  PT Nacional, Francisco Rocha (Rochinha). Portal o vermelho. Carta Capital, Gilberto Carvalho.
 

 Prof. Fernando Ferro Brandão